terça-feira, 26 de maio de 2009

Dia 4 - Palermo


Camping Park, Marinello



Palermo
Mondello

segunda-feira, 25 de maio de 2009

La sociologia definisce da anni la nostra come una "società del desiderio".
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Il desiderio domina la nostra società e ne determina i costumi, plasmando le menti delle persone.
(...)
Dunque, la cultura dei consumi constituisce il modello etico dominante dell'epoca attuale, nonché il fondamento ideologico del capitalismo. Sintomo del desiderio è la domanda, perciò si può affermare che un discorso sulla domanda è la traduzione in termini economico-commerciali di un discorso sui desideri. Infatti, si parla anche di "società dei consumi"...
(...)
Oggi abitiamo um mondo virtuale, poiché tendiamo sempre più a regolare il nostro comportamento sull'espressione del desiderio e sulla sua soddisfazione immaginaria, quella che nella nostra mente ci appagherebbe in maniera assoluta.
(...)
Eppure, il desiderio è per definizione sovversivo, poichè considera la realtà insufficiente, manchevole di qualcosa, per immaginare al suo posto una situazione migliore, più soddisfacente, più appagante.
(...)
In questo scenario postmoderno, il ruolo centrale è ricoperto dal marchio, che altro non è che la figurativizzazione del potere economico, ma anche politico, delle multinazionali, quei giganteschi apparati con la testa in Occidentr e i lunghi tentacoli sparsi ovunque.
(...)
L'aspetto visivo della globalizzazione è il luogo (brand), diventato ormai un linguaggio universale, conosciuto e comprensibile in ogni parte del mondo.
(...)
Proprio contro questa invasione del brand nello spazio pubblico si sono polarizzati gruppi attivisti di diverso tipo, che condividono però un fondamento ideologico molto importante: l'opposizione alla cultura dei consumi.
(...)
L'attivismo anti-globalizzazione comprende anche un'importante componente creativa. In particolare, quella tendenza artistica che è nata e si è sviluppata nelle strade delle metropoli postmoderne: le cosidetta Street Art o Postgraffitismo. Si tratta dunque di "arte abusiva", che sfrutta il paesaggio urbano per lanciare il proprio messaggio contro l'invasione del marchio. (...) Cosí, la Street Art ha iniziato a combattere l'invasione del marchio sul suo stesso terreno, usando le stesse strategie per recuperare lo spazio pubblico perso in anni e anni di cultura dei consumi.
Claudia Galal, Street Art

domingo, 24 de maio de 2009

Dia 3 - Catania e Messina


Messina



Catania

Kasaï Allstars



O que leva um festival a programar um grupo que, por problemas de vistos, teve de cancelar nos dois anos anteriores? Resposta 1: Não vergar perante a lógica da Europa-fortaleza. Resposta 2: apoiar quem, nos meios mais pobres, trabalha por amor à música. Resposta 3: confiança total no poder de um espectáculo.

(...)

in http://fmm.com.pt

sábado, 23 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Dia 2 - Marinello e Agrigento

Around Marinello



Vale dei Templi, Agrigento


Dia 1 - Trapani, Erice, Segesta

Trapani


Erice

Segesta

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Sicília

Sicília.. nem sei o que dizer. Andei aqui às voltas e voltas a pensar no que escrever. Como escrever. Estou completamente apaixonada. E mais do que isso é difícil.
Sicília tem tudo. Desde paisagens lindas, praias quase paradisíacas, a pessoas super simpáticas e a confusão de uma cidade. É difícil de descrever. Mas é um local a não perder.


Depois de viagens de comboio, de dormir às portas do aeroportor, horas de espera, chegámos à Trapani, alugámos um carrinho e lá seguimos viagem..



sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sabe, no meu primeiro dia de escola, o professor mandou os rapazes porem-se todos em fila e irem até à sua secretária para que ele pudesse anotar os seus nomes no livro de matrícula. Quando eu lhe disse como me chamava, ele ficou a olhar para mim embasbacado.
- Munna? Mas isso não é nome de gente.
Ele tinha razão: significa simplesmente "rapaz".
- É só isso que me chamam, senhor professor - assegurei-lhe eu.
Era verdade. Nunca ninguém me tinha dado um nome.
- A tua mãe não te pôs um nome?
- Ela está muito doente, senhor professor. Passa os dias de cama, a cuspir sangue. Não tem tempo para me pôr um nome.
- E o teu pai?
- Ele é condutor de riquexó, senhor professor. Não tem tempo para me pôr um nome.
- Então e tu não tens uma avó? Tias? Tios?
- Eles também não têm tempo.
O professor deu meia-volta e cuspiu; um jacto de paan vermelha espalhada pelo chão da sala de aula. Humedeceu os lábios.
- Bom, então nesse caso, cabe-me a mim a tarefa, não é verdade? - Passou-me uma mão pelo cabelo e disse: - Vamos chamar-te... Ram. Espera... Não temos já um Ram nesta aula? Não quero dar azo a confusões. Serás Balram. Sabes quem era Balram, não sabes?
- Não, senhor professor, não sei.
- Era o amigo inseparável do deus Krishna. Sabes como é que eu me chamo?
- Não, senhor professor.
Ele riu-se. - Krishna.

Aravind Adiga, O Tigre Branco